No mesmo ano em que a Nuntiare comemora seu 20° aniversário, a revista laboratorial do quarto ano do curso de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) volta a circular com nova cara e com uma plataforma para publicações de conteúdos: a Nuntiare digital.

A revista também terá um site próprio com conteúdos hipermídia; além de manter a tradicional revista impressa, uma das marcas de Jornalismo da UEPG. Nada melhor do que comemorar o 20° aniversário inovando, sem deixar de abraçar valores importantes durante todo o percurso da Nuntiare, não é mesmo?

E, para relembrar toda esta trajetória, trazemos novidades ao leitor: uma seção que contém um acervo de memória sobre temas de edições anteriores e o lançamento do selo comemorativo de aniversário da revista, que será aplicado à capa nas quatro edições deste ano. A proposta editorial de 2018 conta também com um layout mais equilibrado, “clean”, a fim de estimular a leitura de um produto especializado em jornalismo científico, nossa aposta em 2018.

A divisão das editorias foi baseada nos setores de conhecimento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), formando grupos segundo as áreas
reconhecidas pelos editores e repórteres como semelhantes ao que pretendemos abordar na revista.

Optamos também por oferecer conteúdos sobre políticas públicas em Ciência e Tecnologia por entender que é necessário debater, no espaço de uma revista de jornalismo científico, quais são as ações sociais que envolvem o tema.

Além da divisão de editorias, ao longo das edições, vamos desenvolver um dossiê com reportagens, entrevistas, perfis e curiosidades a respeito de um determinado tema. Para esta primeira edição, o assunto é inteligência artificial, com destaque para a emergência do fenômeno das fake news, uma vez que elas radicalizam a discussão ética no âmbito da técnica - é também a reportagem que ilustra nossa capa. Ainda sobre a capa, o intuito é utilizar da materialidade do mundo da informática para representar a complexidade (e o caos) da informação, ora construindo castelos pela linguagem da programação, ora contando mentiras no anseio de simular a realidade, como acontece com o caso das notícias falsas.

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