Revista Nuntiare

Câncer: diferentes abordagens ao mesmo assunto

Em 2018, a Nuntiare completa 20 anos. Destes, seis anos foram dedicados ao jornalismo de divulgação científica, e a cobertura sobre câncer foi recorrente. A primeira edição da Nuntiare Ciência, em 2012, apresentou logo na capa “A Matemática do Câncer”, que abordava a pesquisa de um grupo do Departamento de Física da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). O trabalho descrevia o crescimento e as alterações nas células cancerígenas. Segundo o texto, através da criação de modelos celulares ideais tornariam-se desnecessários os testes de medicamentos em humanos.

Ainda em 2012, outra pesquisa do Departamento de Física foi assunto da Nuntiare: o uso de um fluido complexo no tratamento induziria à morte apenas células cancerígenas. Em 2014, dados sobre atendimentos em Ponta Grossa tomaram o lugar da abordagem científica, com uma reportagem na primeira edição daquele ano retratou o acolhimento da Rede
Feminina de Combate ao Câncer a pacientes vindas de outras cidades. A cobertura humanizada sobre a doença apareceu outra vez na Nuntiare e, dessa vez, com relatos de mulheres que perderam os cabelos durante o tratamento e a divulgação de iniciativas que as auxiliam com relação à autoestima.

As causas do câncer de boca e esôfago foram objeto de uma reportagem em 2016. Uma pesquisa da Organização Mundial de Saúde (OMS) relacionava o consumo de bebidas em alta temperatura (acima de 65 oC) ao desenvolvimento de câncer, e acusava o chimarrão como possível causador, já que ele é feito com água quase fervente, ou seja, em média a 100 oC. Nesta edição, a primeira de 2018, você confere uma pesquisa científica que estuda possibilidades de detecção precoce do Tumor de Córtex Adrenal (TCA).

No decorrer desses 20 anos o câncer foi pauta na Nuntiare. Na imagem, uma colagem com alguns títulos de reportagens publicadas na revista. Arte: Angelo Rocha

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